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SOBRE O IAS

Somos uma organização civil sem fins lucrativos com a missão de somar esforços para garantir a universalização do saneamento no Brasil, especialmente para ampliação do acesso ao esgotamento sanitário.

Através de pesquisa, mobilização e articulação de diferentes atores sociais, de governo e do setor privado, o IAS trabalha para posicionar o debate sobre saneamento básico no centro das discussões sobre direitos humanos, redução da pobreza e prestação de serviços ambientais para a sociedade. 

Para tanto, o IAS está estruturado em três frentes de atuação:

1. Atividades de produção, disseminação e acesso ao conhecimento, com a realização de pesquisas, análises e levantamentos de dados;

2. Ações de fortalecimento do protagonismo municipal, articulando prefeituras e atores locais com foco em construir capacidades e arranjos institucionais para impulsionar o saneamento e segurança hídrica no território;

3. Organização e sistematização de um 'repertório de soluções que aglutina propostas, boas práticas e diversas iniciativas bem-sucedidas para esgotamento e drenagem.

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O TAMANHO DO PROBLEMA

Em pleno 2020, milhões de brasileiras e brasileiros seguem sem acesso ao saneamento básico.

Entender o tamanho do problema, a complexidade de gestão e a escala de serviços é fundamental para consolidar um novo imaginário sobre saneamento no país.

Para facilitar o acesso e melhorar a qualidade da informação existente, o IAS organiza e sistematiza centenas de dados sobre água e esgoto no Brasil, tendo como ponto da partida as ações realizadas nos municípios. Essa base de dados será disponibilizada no site do IAS a fim de subsidiar o trabalho de técnicos, formuladores de políticas públicas, imprensa e entidades da sociedade civil que atuam com o tema.

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SEGURANÇA HÍDRICA DE BAIXO PARA CIMA

O município é o ente federativo capaz de integrar políticas públicas em saneamento, saúde, meio ambiente e defesa civil. Por isso, é fundamental ampliar a capacidade municipal de formular convênios e arranjos institucionais, garantir clareza jurídica e facilitar o controle social para aumentar a segurança hídrica e a resiliência de cidades e comunidades de baixo para cima.

Ao pesquisar inovação na gestão pública e dados sobre saneamento, o IAS está compilando um repertório de soluções existentes para impulsionar acesso à segurança hídrica em locais vulneráveis como periferias urbanas, pequenos municípios e comunidades rurais.

De olho no papel das prefeituras, o IAS articula atores da sociedade civil, lideranças políticas, técnicos, empresas e governos, com o objetivo de compilar e difundir essa agenda positiva.

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OS DIREITOS HUMANOS À ÁGUA E AO ESGOTAMENTO SANITÁRIO

Em 2010, a Assembleia Geral da ONU aprovou o direito humano à água e ao esgotamento sanitário, com o Brasil entre os signatários da resolução.

Cinco anos depois, a ONU aprovou outra resolução reconhecendo o direito humano ao esgotamento sanitário como um “direito distinto, embora integrado” ao acesso à água. A partir daí, passa-se a falar em "Direitos Humanos à Água e ao Saneamento” - no plural -, e a luta pelo acesso ao esgotamento sanitário ganha importante reforço jurídico e institucional.

A forma como se lida com o esgoto possui relação estreita com aspectos culturais e territoriais. As soluções para esgotamento podem e devem incorporar as alternativas locais, comunitárias, de manejo integrado da água e economia circular. Por tudo isso, o IAS defende que os serviços de saneamento não podem ser encarados como apenas um negócio, mas pensados para responder às necessidades específicas de cada comunidade e município, sempre respeitando a diversidade humana e ambiental.

Nesse contexto, o investimento social privado (ISP) deve considerar tanto a complexidade institucional quanto a escala do problema. Por isso, o IAS se dedica a ajudar a desatar nós e encaminhar questões, tendo como meta central contribuir para políticas concretas que representem ganho de escala na prestação dos serviços de esgoto, garantindo que cada vez mais gente tenha acesso a esse direito fundamental. Outro ponto da ação como investimento social privado é desenvolver relações de troca e influência junto às diferentes estruturas e níveis de governo responsáveis pela prestação dos serviços públicos relacionados à agenda da segurança hídrica.

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EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

À medida que eventos climáticos extremos como secas e enchentes materializam as previsões científicas sobre o aumento da temperatura média do planeta, o saneamento se consolida como premissa urgente para garantir a segurança hídrica da população.

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ÁGUA E CLIMA SÃO INDISSOCIÁVEIS

Não há justiça climática sem acesso à água, tratamento de esgoto, drenagem e gestão de resíduos sólidos. Políticas públicas integradas e circulares de saneamento contribuem, ao mesmo tempo, para mitigar impactos da poluição e adaptar cidades e comunidades aos eventos climáticos extremos previstos pela comunidade científica mundial.

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Ampliar o acesso ao conhecimento e a mobilização social em prol do saneamento básico é missão central do Instituto Água e Saneamento. Acompanhe nossas redes sociais para saber novidades e participar das atividades do IAS e faça seu cadastro para receber atualizações diretamente na sua caixa de emails

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